Até quando você vai ficar suportando o que não tem que suportar? Até quando você vai sustentar um fardo que NÃO É SEU? Até quando você vai fingir que não se importa, que não se incomoda?
Pra tudo, existe um limite.
Cansei de engolir hipocrisias, de fingir que não sei de nada, que não ligo pra nada, porque os outros passam por cima mesmo, não querem nem saber, não se importam com você se VOCÊ não se importar consigo mesmo, não te dão valor se VOCÊ não valorizar a si mesmo.
Meu limite chegou, e tenho consciência de que mereço muito mais, muito mais. :(
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
with her feet on the ground and her head in the clouds
Ultimamente, com essa minha falta de tempo e com essas certas muralhas que construi ao meu redor, a única pessoa com a qual tenho tido contato frequente... sou eu mesma. Não sei dizer se isso é bom, ou ruim. É meio duro você se olhar e ver que não é justa consigo mesmo. É muito duro você se ver ajudando todo mundo, deixando todo mundo feliz, conseguindo preencher vazios e criar sorrisos em outros, enquanto não faz isso consigo mesmo. Sabe aquela coisa que Jesus falou: amai o próximo como a ti mesmo?
Quem dera... Quem me dera.
Às vezes, me sinto sufocada, sinto que me sufocam, que me cobram demais, mas a verdade, é que EU me sufoco e DEIXO que o façam, EU me cobro demais, e deixo que o façam. Sempre acredito 100% nos outros, sempre dou 100% de força pros outros, sou brasileira e não desisto NUNCA, mas, quando se trata de mim, sou um caso perdido.
Na quarta-feira, eu estava MUITO nervosa, qualquer coisa me irritava, eu me irritava comigo mesma. Não conseguia parar quieta, ficava pra lá e pra cá, e não consegui ter um momento sequer de paz nesse dia. Me incomodo com essa minha mania de querer que os outros dêem seu máximo, façam o seu melhor, e não consigo ver ninguém fazendo tudo errado, não consigo ver ninguém precisando de algo que eu sei e posso fazer, que já me torno o alvo e, quando tudo dá errado, a culpa é de quem? MINHA, MINHA e MINHA.
Minha porque não cobrei, minha porque não incentivei, minha porque não fiz dar certo. Confesso que fico com vontade de me dar uma surra cada vez que guardo minhas palavras pra não magoar ninguém, pra não ferir ninguém, pois, cada vez que faço isso, é como se eu engolisse facas, e isso me fere por dentro de tal forma, que ninguém é capaz de imaginar.
Jessica, você não tem senso? Não tem amor próprio?
Como sempre digo: Prego que se destaca, é sempre martelado.
Tirei o dia de hoje para me analisar, e cheguei as seguintes conclusões:
1) me cobro demais, e com isso, dou liberdade para que terceiros se aproveitem disso, que é, de longe, minha maior fraqueza;
2) me sinto culpada e responsável muito fácil, e isso é horrível, pois, por mais desculpas que eu invente e por mais que eu fale, na minha mente, no meu coração e no meu íntimo, sempre me culpo, e a maioria das vezes, a culpa nem é minha;
3) não consigo dizer NÃO, sempre digo "não, MAS..." pra não magoar ninguém, acabo criando falsas esperanças ou dando duplo sentido ao que disse, e no final, como não sei dizer não, acabo sempre fazendo o que não quero;
4) não consigo dizer SIM, porque, apesar de parecer ser toda cheia das certezas e seguranças, na verdade, tenho medo de me magoar, e MUITO;
5) sou a pessoa que mais acredita e bota fé nos outros. Apesar de muitas vezes não poder estar por perto, quando posso, apoio incondicionalmente, seja o que for. Se a idéia for: quero dominar o mundo! Eu não vou dizer: nossa, que panaca, tu nunca vai conseguir, isso nunca vai dar certo. E sim, mesmo que eu não acredite, não consigo desacreditar ninguém e, quando tudo dá errado, sempre digo que se tenta denovo, se tenta outra coisa de outro jeito. Mas quando a idéia é minha, todo mundo tem a mania de me puxar pro chão de volta, me jogando um balde de água fria na cabeça, e pode ter certeza que isso dói muito mais do que se tivesse tido apoio e quebrado a cara, ao menos, eu tentei e tive a certeza que não daria certo. Certeza da incerteza nunca me agradou;
6) Apesar de ser tão independente e dizer que não tenho coração e blábláblá... sou dependente de ser dependente. Por mais que seja bom ser "livre", é horrível não ter alguém pra contar sempre, assim como é horrível ter e não saber como lidar com a dependência dela e acabar cagando tudo no final. Das duas vezes que me relacionei, sempre tive o mesmo problema: excesso de amor, e não era meu, e como eu já disse, com a minha mania de querer fazer tudo certo, mania de justiça e até uma certa mania de superioridade, até mesmo que seja no amor, quem tem que amar mais sou eu xxx
ASDPFAJOSDFJAOSDJFOASIJDF
MEU DEUS, só rindo pra não chorar.
7) não tenho idéia do meu potencial, e não me valorizo. Esses dias eu estava pensando, porque tem tanta gente indo pra frente e eu, sempre atrás. Sabe o que descobri? Que eles estão indo pra frente porque EU estou empurrando, porque eu empurrei.
Mas, pensando nisso, e refletindo e refletindo e refletindo... Cheguei a seguinte conclusão: tenho que me libertar e deixar as pessoas quebrarem a cara por si mesmas, parar de me fazer de escudo de mágoas e acabar recebendo pancadas que eu não devia receber, fazer coisas que não devia fazer, não falar coisas que devia falar por medo de magoar, só não vou me contradizer e tirar a cabeça de todos das nuvens, porque não sou do tipo que faz com os outros o que não gostaria que fizessem comigo.
A verdade, é que eu preciso de alguém ou algo pra manter meus pés no chão, porque minha cabeça? Sempre estará nas nuvens.
Como diz Buzz Lightyear: Ao infinito, e além.
Quem dera... Quem me dera.
Às vezes, me sinto sufocada, sinto que me sufocam, que me cobram demais, mas a verdade, é que EU me sufoco e DEIXO que o façam, EU me cobro demais, e deixo que o façam. Sempre acredito 100% nos outros, sempre dou 100% de força pros outros, sou brasileira e não desisto NUNCA, mas, quando se trata de mim, sou um caso perdido.
Na quarta-feira, eu estava MUITO nervosa, qualquer coisa me irritava, eu me irritava comigo mesma. Não conseguia parar quieta, ficava pra lá e pra cá, e não consegui ter um momento sequer de paz nesse dia. Me incomodo com essa minha mania de querer que os outros dêem seu máximo, façam o seu melhor, e não consigo ver ninguém fazendo tudo errado, não consigo ver ninguém precisando de algo que eu sei e posso fazer, que já me torno o alvo e, quando tudo dá errado, a culpa é de quem? MINHA, MINHA e MINHA.
Minha porque não cobrei, minha porque não incentivei, minha porque não fiz dar certo. Confesso que fico com vontade de me dar uma surra cada vez que guardo minhas palavras pra não magoar ninguém, pra não ferir ninguém, pois, cada vez que faço isso, é como se eu engolisse facas, e isso me fere por dentro de tal forma, que ninguém é capaz de imaginar.
Jessica, você não tem senso? Não tem amor próprio?
Como sempre digo: Prego que se destaca, é sempre martelado.
Tirei o dia de hoje para me analisar, e cheguei as seguintes conclusões:
1) me cobro demais, e com isso, dou liberdade para que terceiros se aproveitem disso, que é, de longe, minha maior fraqueza;
2) me sinto culpada e responsável muito fácil, e isso é horrível, pois, por mais desculpas que eu invente e por mais que eu fale, na minha mente, no meu coração e no meu íntimo, sempre me culpo, e a maioria das vezes, a culpa nem é minha;
3) não consigo dizer NÃO, sempre digo "não, MAS..." pra não magoar ninguém, acabo criando falsas esperanças ou dando duplo sentido ao que disse, e no final, como não sei dizer não, acabo sempre fazendo o que não quero;
4) não consigo dizer SIM, porque, apesar de parecer ser toda cheia das certezas e seguranças, na verdade, tenho medo de me magoar, e MUITO;
5) sou a pessoa que mais acredita e bota fé nos outros. Apesar de muitas vezes não poder estar por perto, quando posso, apoio incondicionalmente, seja o que for. Se a idéia for: quero dominar o mundo! Eu não vou dizer: nossa, que panaca, tu nunca vai conseguir, isso nunca vai dar certo. E sim, mesmo que eu não acredite, não consigo desacreditar ninguém e, quando tudo dá errado, sempre digo que se tenta denovo, se tenta outra coisa de outro jeito. Mas quando a idéia é minha, todo mundo tem a mania de me puxar pro chão de volta, me jogando um balde de água fria na cabeça, e pode ter certeza que isso dói muito mais do que se tivesse tido apoio e quebrado a cara, ao menos, eu tentei e tive a certeza que não daria certo. Certeza da incerteza nunca me agradou;
6) Apesar de ser tão independente e dizer que não tenho coração e blábláblá... sou dependente de ser dependente. Por mais que seja bom ser "livre", é horrível não ter alguém pra contar sempre, assim como é horrível ter e não saber como lidar com a dependência dela e acabar cagando tudo no final. Das duas vezes que me relacionei, sempre tive o mesmo problema: excesso de amor, e não era meu, e como eu já disse, com a minha mania de querer fazer tudo certo, mania de justiça e até uma certa mania de superioridade, até mesmo que seja no amor, quem tem que amar mais sou eu xxx
ASDPFAJOSDFJAOSDJFOASIJDF
MEU DEUS, só rindo pra não chorar.
7) não tenho idéia do meu potencial, e não me valorizo. Esses dias eu estava pensando, porque tem tanta gente indo pra frente e eu, sempre atrás. Sabe o que descobri? Que eles estão indo pra frente porque EU estou empurrando, porque eu empurrei.
Mas, pensando nisso, e refletindo e refletindo e refletindo... Cheguei a seguinte conclusão: tenho que me libertar e deixar as pessoas quebrarem a cara por si mesmas, parar de me fazer de escudo de mágoas e acabar recebendo pancadas que eu não devia receber, fazer coisas que não devia fazer, não falar coisas que devia falar por medo de magoar, só não vou me contradizer e tirar a cabeça de todos das nuvens, porque não sou do tipo que faz com os outros o que não gostaria que fizessem comigo.
A verdade, é que eu preciso de alguém ou algo pra manter meus pés no chão, porque minha cabeça? Sempre estará nas nuvens.
Como diz Buzz Lightyear: Ao infinito, e além.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Prelude
E aqui vou eu, anunciar o fim
Para que um novo começo possa vir a existir.
Independentemente do que você pensa, preciso saber:
É você que pensa isso? Ou te fizeram pensar assim?
A inconsequente incerteza tomou conta do seu ser sem
que ao menos você a percebesse. Hipocrisia.
Manipulados há tanto tempo, parece tudo tão normal
Que mentiras inventadas soam como a mais pura verdade.
Quem é você agora? O que você se tornou?
Violência, mortes, doenças, guerras, crenças e ideais sem sentido
São as grades que criaram para te fazer refém do seu próprio medo,
E é o seu medo que dá poder pra eles gerarem o caos que te assombra.
Democracia é o poder do povo, mas alguns homens
Estão se passando por deuses e dominando você.
É isso que você quer? Ser uma marionete?
É isso que você quer? Ser dominado?
Me responda: quem você realmente é e o que realmente quer ser?
Às vezes, a verdade pode doer, mas não deixa de ser um bem necessário.
Não há nada pior do que nunca ter sido verdadeiro.
Não há nada pior do que nunca poder ter a chance de ser.
Se símbolos dão poder as pessoas, teremos que destruir nosso passado
Para construir nosso futuro. Os fins justificam os meios?
Já espalhei a pólvora, e a chama da mudança está em nossas mãos.
Te importa se só restarem cinzas de belas chamas? Pra mim, não.
AND LET THE FLAMES BEGIN!
Sem medo, você está completamente livre!
Mas antes, que comece a música...
Para que um novo começo possa vir a existir.
Independentemente do que você pensa, preciso saber:
É você que pensa isso? Ou te fizeram pensar assim?
A inconsequente incerteza tomou conta do seu ser sem
que ao menos você a percebesse. Hipocrisia.
Manipulados há tanto tempo, parece tudo tão normal
Que mentiras inventadas soam como a mais pura verdade.
Quem é você agora? O que você se tornou?
Violência, mortes, doenças, guerras, crenças e ideais sem sentido
São as grades que criaram para te fazer refém do seu próprio medo,
E é o seu medo que dá poder pra eles gerarem o caos que te assombra.
Democracia é o poder do povo, mas alguns homens
Estão se passando por deuses e dominando você.
É isso que você quer? Ser uma marionete?
É isso que você quer? Ser dominado?
Me responda: quem você realmente é e o que realmente quer ser?
Às vezes, a verdade pode doer, mas não deixa de ser um bem necessário.
Não há nada pior do que nunca ter sido verdadeiro.
Não há nada pior do que nunca poder ter a chance de ser.
Se símbolos dão poder as pessoas, teremos que destruir nosso passado
Para construir nosso futuro. Os fins justificam os meios?
Já espalhei a pólvora, e a chama da mudança está em nossas mãos.
Te importa se só restarem cinzas de belas chamas? Pra mim, não.
AND LET THE FLAMES BEGIN!
Sem medo, você está completamente livre!
Mas antes, que comece a música...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
E-G-O-C-E-N-T-R-I-S-M-O
O que te faz pensar que o mundo, que o meu mundo, ainda gira em torno de ti?
Tu não és mais dono do meu sorriso, tu não és mais motivo da minha felicidade, tu não és mais dono do meu pensamento ao acordar, tu não és mais dono do meu pensamento ao dormir, tu não és mais protagonista dos meus sonhos, tu não és mais dono do meu coração e definitivamente, não é mais... O motivo pelo qual eu canto. Apenas me diga: o que te faz pensar?
Aviso: você não é o único que não volta atrás.
Tu não és mais dono do meu sorriso, tu não és mais motivo da minha felicidade, tu não és mais dono do meu pensamento ao acordar, tu não és mais dono do meu pensamento ao dormir, tu não és mais protagonista dos meus sonhos, tu não és mais dono do meu coração e definitivamente, não é mais... O motivo pelo qual eu canto. Apenas me diga: o que te faz pensar?
Aviso: você não é o único que não volta atrás.
What Makes A Man?
Atualmente, nesse mundo extremamente louco e forçadamente forjado, existem até esteriótipos de homens ideais. Pessoas que, para agradar outras, mudam seus costumes, seus ideais, seu jeito de ser, de falar, de andar, de vestir, só para serem aceitas por outras pessoas que, mesmo influenciando muitos, no final das contas, revelam ser apenas vazias e indecisas.
É muito difícil saber quem é quem, e como são. Quase todos usam máscaras, para esconder seus defeitos e até qualidades que os envergonham. Mas o bicho realmente pega quando o tempo passa, e de tanto conter seu próprio ser... Ele acaba escapando. Um pouco de você, aquele que tanto tentou esconder, acaba escapando. E o que você acaba virando? Uma contradição.
Se você é um puto, seja um puto! Se você é um intelectual, seja um intelectual! Se você é um babacam seja um babaca! Se você é um pegador, seja um pegador! Se você é um filho da puta, seja um filho da puta, independentemente do que os outros dizem, seja VOCÊ, se seja feliz. Porém, se quiseres mudar, evoluir... Que seja pela sua própria vontade, e não por pressão, não por alienação, não por influência, pois às vezes, pessoas se machucam por gostarem de alguém que simplesmente, nunca existiu.
What Makes A Man? Transparência, e coragem de ser ele mesmo, sinceridade.
Antigamente, naqueles grandes bailes de máscaras de cera, pessoas se fantasiavam e podiam ser quem quisessem ser... Mas só por uma noite. Depois da euforia e da ilusão, a realidade volta a predominar. Foi dai que surgiu a palavra sinceridade, "sin cera", que quer dizer "sem máscara", ser você mesmo.
Apesar do tempo dos bailes de máscara terem passado há muito tempo, muita gente ainda usa máscara por ai. Má notícia: um dia, sua máscara acaba caindo. E depois de se afogar em um mar de mentiras e ilusões, é bem difícil resgatar sua caixa-preta, aquela que continha seus ideais, seus príncipios, suas vontades... Aquela que continha seu coração. Se re-encontrar depois de querer se perder pode ser bem mais difícil do que pensas, pois às vezes, tu fingiu tanto que acabou esquecendo quem realmente era.
Não é melhor lutar para ser o que quiser sendo o que é e poder ser para sempre assim?
Seja sempre sincero com aquilo o que diz, seja sempre sincero com aquilo que sentir, e por mais difícil que for, persista... E insista, em ser sincero, em tirar sua máscara, em ser você. Siga o seu coração.
Pergunto denovo: What makes a man?
- Coragem de ser ele mesmo, sem se preocupar em agradar ninguém. Sinceridade.
É muito difícil saber quem é quem, e como são. Quase todos usam máscaras, para esconder seus defeitos e até qualidades que os envergonham. Mas o bicho realmente pega quando o tempo passa, e de tanto conter seu próprio ser... Ele acaba escapando. Um pouco de você, aquele que tanto tentou esconder, acaba escapando. E o que você acaba virando? Uma contradição.
Se você é um puto, seja um puto! Se você é um intelectual, seja um intelectual! Se você é um babacam seja um babaca! Se você é um pegador, seja um pegador! Se você é um filho da puta, seja um filho da puta, independentemente do que os outros dizem, seja VOCÊ, se seja feliz. Porém, se quiseres mudar, evoluir... Que seja pela sua própria vontade, e não por pressão, não por alienação, não por influência, pois às vezes, pessoas se machucam por gostarem de alguém que simplesmente, nunca existiu.
What Makes A Man? Transparência, e coragem de ser ele mesmo, sinceridade.
Antigamente, naqueles grandes bailes de máscaras de cera, pessoas se fantasiavam e podiam ser quem quisessem ser... Mas só por uma noite. Depois da euforia e da ilusão, a realidade volta a predominar. Foi dai que surgiu a palavra sinceridade, "sin cera", que quer dizer "sem máscara", ser você mesmo.
Apesar do tempo dos bailes de máscara terem passado há muito tempo, muita gente ainda usa máscara por ai. Má notícia: um dia, sua máscara acaba caindo. E depois de se afogar em um mar de mentiras e ilusões, é bem difícil resgatar sua caixa-preta, aquela que continha seus ideais, seus príncipios, suas vontades... Aquela que continha seu coração. Se re-encontrar depois de querer se perder pode ser bem mais difícil do que pensas, pois às vezes, tu fingiu tanto que acabou esquecendo quem realmente era.
Não é melhor lutar para ser o que quiser sendo o que é e poder ser para sempre assim?
Seja sempre sincero com aquilo o que diz, seja sempre sincero com aquilo que sentir, e por mais difícil que for, persista... E insista, em ser sincero, em tirar sua máscara, em ser você. Siga o seu coração.
Pergunto denovo: What makes a man?
- Coragem de ser ele mesmo, sem se preocupar em agradar ninguém. Sinceridade.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
The Butterfly Effect
Quantas vezes você já escutou a frase: "Às vezes é preciso perder para aprender a dar valor"? Eu já ouvi tantas vezes que perdi as contas.
Muitas pessoas, que se auto-titulam infelizes e lamentam todos os dias sobre a suposta felicidade que viveram um dia, nunca sequer, descobriram o real sentido da palavra felicidade, do sentimento felicidade, porque nunca souberam o que ela significa, o seu real valor, e acredito que um sentimento só pode ser pleno quando se sabe o que ele realmente é, e quando se aprendeu a valorizá-lo. Me incluo nessa lista. Não estou dizendo que eu nunca fui feliz na vida, pois sou, pois já fui mais, e concerteza, ainda serei, muito mais feliz. Infelizmente, não sabia o que era a felicidade até agora pouco, e tive que perder algo muito importante e que me fazia muito feliz pra poder aprender a valorizar, e agora, terei que matar de fome meus próprios erros, minhas próprias ideologias sem fundamentos que me levaram à ruina, assim como terei que matar de fome o meu próprio orgulho e aceitar as consequências do que acho que me fará ser uma pessoa melhor.
Sobre a frase "Às vezes é preciso perder para aprender a dar valor", tenho algo à dizer:
Quantas vezes você valorizou sua cama? Quantas vezes você valorizou seu sofá? Quantas vezes você valorizou as refeições de cada dia? Tem coisas que fazem parte do nosso cotidiano e que parecem ser tão normais, que parecem que irão fazer parte de nossas vidas pra sempre. Quando a gente se muda, chegamos em um lugar totalmente novo e vazio, sem nada do que tínhamos. Muitas vezes, dormimos por dias no chão, nos alimentamos mal por dias e, quando o caminhão da mudança chega com nossas coisas de volta, nos as organizamos e, depois que está tudo em seus devidos lugares, ou melhor, nos lugares que achamos que são devidos, soltamos aquelas famosas frases: "Nada melhor do que uma noite de sono na MINHA cama", "Nada melhor do que poder descansar no MEU SOFÁ", "Nada melhor do que a comida da minha mãe".
A plenitude permanece por mais alguns dias, mas depois que isso passa, a desvalorização volta, ela sempre volta.
Agora, vamos supor uma situação diferente. Me mudei, cheguei em um lugar totalmente novo e vazio, sem nada do que tinha. Dormi no chão por várias noites, me alimentei mal por vários dias, e estava ali, apenas esperando meu caminhão da mudança chegar pra que pudesse arrumar todas as minhas coisas do jeito de sempre, do meu jeito mas, dessa vez, aconteceu algo diferente: o caminhão da mudança, aquele que levava consigo todas as minhas coisas, todas as minhas esperanças, todos os meus ideais, que levava consigo o meu coração e absolutamente tudo, tudo o que eu tinha, sempre tive, e sempre desdenhei... Ele se perdeu. O caminhão se perdeu. Caiu em um abismo e nunca mais vai voltar.
O sentimento de perda consequentemente desperta a valorização. Depois de perder tudo o que tinha, sabia que era teu mas nunca cuidou, tu pensa consigo: "Eu não deveria ter deixado aquilo pra trás. Se ao menos tivesse trazido aquilo comigo, não me importaria tanto com o restante, pois só isso me bastava". É complicado apenas termos a oportunidade de enchergar o que realmente nos importa e o real valor de todas as coisas quando as perdemos.
E agora, o que restou? Nada restou.
E agora, o que fazer? Vamos analisar as opções:
1. Se jogar no abismo e recuperar o que perdeu. [ ] sim [x] não
Analisando: fazendo isso, além de não conseguir recuperar nada, mesmo depois de ter perdido tudo, tu não aprendeu a dar valor a coisa mais importante: você mesmo. Não aprendeu a dar valor à sua vida.
2. Se lamentar. [ ] sim [x] não
Analisando: fazendo isso, o que vai te acontecer? Morrer de desidratação de tanto chorar? Lamentar vai te fazer melhor? Se culpar vai te fazer mudar? Não aceitar o que fez, vai te fazer aprender? Me diga: desde quando sofrer trouxe algo bom pra alguém? Desde quando alguém conseguiu chorar tanto a ponto de encher um abismo de água e com isso, fazer um caminhão boiar? Saiba que, se isso acontecer, o caminhão só voltou a boiar por causa das tuas lágrimas, não foi algo que ele fez sozinho, foi algo involuntário. Eu não quero algo involuntário, ninguém quer nada involuntário. Não quero vencer pela insistência, vencer por levar os outros à exaustão, quero vencer com meus argumentos, com a minha força, com o meu ser e do meu jeito, do meu jeito de ser.
3. Aceitar teus erros, aprender com eles e recomeçar. [x] sim [ ] não
Quando somos crianças e fazemos algo errado, o que nossos pais faziam? Davam um tapinha na mãozinha, pra não fazermos denovo. Adianta falar que não se pode fazer aquilo sendo que você não entende nada do que se passa, e nada o que vai acontecer caso o faça? Por isso, a gente tem que levar um susto, tem que sofrer, nem que seja um pouquinho, pra aprender a não fazer mais aquilo. Crianças levam tapinhas. Quando crescemos, levamos rasteiras. Muitas vezes é necessário cair de cara no chão pra poder aprender, pra poder crescer com os nossos erros, e aprender a valorizar a vida a todo tempo, porque, de uma hora pra outra, a gente pode virar pó.
Nada melhor do que ter a chance de recomeçar do zero. Nada melhor do que ter a chance de reconquistar por si mesmo tudo o que se teve. Nada melhor do que lutar pra mudar. Nada melhor... do que aprender a valorizar, e a SE valorizar.
Levei uma rasteira, cai de cara no chão. Quem diria que uma coisa que todos diziam que não era tão importante pra mim pudesse causar um tufão, uma revolução aqui, aqui dentro.
Posso ter demorado um pouquinho pra aprender, pode ter doído (e como doeu), pode ter me custado várias horas de abduções de sono, posso ter me separado do mundo, me isolado e praticamente, ter criado um casulo a minha volta, mas aprendi. Já estou pronta pra me libertar, como uma borboleta. E dessa vez, não vou descansar enquanto não puder ser tudo o que posso ser. E dessa vez, farei isso por mim, não por você.
(8) And I always hesitate there's something lingering, and I will try harder to be all that I can be (8)
Muitas pessoas, que se auto-titulam infelizes e lamentam todos os dias sobre a suposta felicidade que viveram um dia, nunca sequer, descobriram o real sentido da palavra felicidade, do sentimento felicidade, porque nunca souberam o que ela significa, o seu real valor, e acredito que um sentimento só pode ser pleno quando se sabe o que ele realmente é, e quando se aprendeu a valorizá-lo. Me incluo nessa lista. Não estou dizendo que eu nunca fui feliz na vida, pois sou, pois já fui mais, e concerteza, ainda serei, muito mais feliz. Infelizmente, não sabia o que era a felicidade até agora pouco, e tive que perder algo muito importante e que me fazia muito feliz pra poder aprender a valorizar, e agora, terei que matar de fome meus próprios erros, minhas próprias ideologias sem fundamentos que me levaram à ruina, assim como terei que matar de fome o meu próprio orgulho e aceitar as consequências do que acho que me fará ser uma pessoa melhor.
Sobre a frase "Às vezes é preciso perder para aprender a dar valor", tenho algo à dizer:
Quantas vezes você valorizou sua cama? Quantas vezes você valorizou seu sofá? Quantas vezes você valorizou as refeições de cada dia? Tem coisas que fazem parte do nosso cotidiano e que parecem ser tão normais, que parecem que irão fazer parte de nossas vidas pra sempre. Quando a gente se muda, chegamos em um lugar totalmente novo e vazio, sem nada do que tínhamos. Muitas vezes, dormimos por dias no chão, nos alimentamos mal por dias e, quando o caminhão da mudança chega com nossas coisas de volta, nos as organizamos e, depois que está tudo em seus devidos lugares, ou melhor, nos lugares que achamos que são devidos, soltamos aquelas famosas frases: "Nada melhor do que uma noite de sono na MINHA cama", "Nada melhor do que poder descansar no MEU SOFÁ", "Nada melhor do que a comida da minha mãe".
A plenitude permanece por mais alguns dias, mas depois que isso passa, a desvalorização volta, ela sempre volta.
Agora, vamos supor uma situação diferente. Me mudei, cheguei em um lugar totalmente novo e vazio, sem nada do que tinha. Dormi no chão por várias noites, me alimentei mal por vários dias, e estava ali, apenas esperando meu caminhão da mudança chegar pra que pudesse arrumar todas as minhas coisas do jeito de sempre, do meu jeito mas, dessa vez, aconteceu algo diferente: o caminhão da mudança, aquele que levava consigo todas as minhas coisas, todas as minhas esperanças, todos os meus ideais, que levava consigo o meu coração e absolutamente tudo, tudo o que eu tinha, sempre tive, e sempre desdenhei... Ele se perdeu. O caminhão se perdeu. Caiu em um abismo e nunca mais vai voltar.
O sentimento de perda consequentemente desperta a valorização. Depois de perder tudo o que tinha, sabia que era teu mas nunca cuidou, tu pensa consigo: "Eu não deveria ter deixado aquilo pra trás. Se ao menos tivesse trazido aquilo comigo, não me importaria tanto com o restante, pois só isso me bastava". É complicado apenas termos a oportunidade de enchergar o que realmente nos importa e o real valor de todas as coisas quando as perdemos.
E agora, o que restou? Nada restou.
E agora, o que fazer? Vamos analisar as opções:
1. Se jogar no abismo e recuperar o que perdeu. [ ] sim [x] não
Analisando: fazendo isso, além de não conseguir recuperar nada, mesmo depois de ter perdido tudo, tu não aprendeu a dar valor a coisa mais importante: você mesmo. Não aprendeu a dar valor à sua vida.
2. Se lamentar. [ ] sim [x] não
Analisando: fazendo isso, o que vai te acontecer? Morrer de desidratação de tanto chorar? Lamentar vai te fazer melhor? Se culpar vai te fazer mudar? Não aceitar o que fez, vai te fazer aprender? Me diga: desde quando sofrer trouxe algo bom pra alguém? Desde quando alguém conseguiu chorar tanto a ponto de encher um abismo de água e com isso, fazer um caminhão boiar? Saiba que, se isso acontecer, o caminhão só voltou a boiar por causa das tuas lágrimas, não foi algo que ele fez sozinho, foi algo involuntário. Eu não quero algo involuntário, ninguém quer nada involuntário. Não quero vencer pela insistência, vencer por levar os outros à exaustão, quero vencer com meus argumentos, com a minha força, com o meu ser e do meu jeito, do meu jeito de ser.
3. Aceitar teus erros, aprender com eles e recomeçar. [x] sim [ ] não
Quando somos crianças e fazemos algo errado, o que nossos pais faziam? Davam um tapinha na mãozinha, pra não fazermos denovo. Adianta falar que não se pode fazer aquilo sendo que você não entende nada do que se passa, e nada o que vai acontecer caso o faça? Por isso, a gente tem que levar um susto, tem que sofrer, nem que seja um pouquinho, pra aprender a não fazer mais aquilo. Crianças levam tapinhas. Quando crescemos, levamos rasteiras. Muitas vezes é necessário cair de cara no chão pra poder aprender, pra poder crescer com os nossos erros, e aprender a valorizar a vida a todo tempo, porque, de uma hora pra outra, a gente pode virar pó.
Nada melhor do que ter a chance de recomeçar do zero. Nada melhor do que ter a chance de reconquistar por si mesmo tudo o que se teve. Nada melhor do que lutar pra mudar. Nada melhor... do que aprender a valorizar, e a SE valorizar.
Levei uma rasteira, cai de cara no chão. Quem diria que uma coisa que todos diziam que não era tão importante pra mim pudesse causar um tufão, uma revolução aqui, aqui dentro.
Posso ter demorado um pouquinho pra aprender, pode ter doído (e como doeu), pode ter me custado várias horas de abduções de sono, posso ter me separado do mundo, me isolado e praticamente, ter criado um casulo a minha volta, mas aprendi. Já estou pronta pra me libertar, como uma borboleta. E dessa vez, não vou descansar enquanto não puder ser tudo o que posso ser. E dessa vez, farei isso por mim, não por você.
(8) And I always hesitate there's something lingering, and I will try harder to be all that I can be (8)
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